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Imagem: Veja neste esquema como funcionam nossas decisões quando não estamos conscientes e sem domínio das emoções e quando estamos conscientes e dominando as emoções. A diferença na saúde e no desempenho na vida pessoal e trabalho é incrível!

Você sabia que estados celebrais podem alterar seu comportamento e sua respiração? Que sua respiração pode alterar estados celebrais e comportamento?

Ajuste suas emoções com Time to Mind, através de treinos com emoções positivas e exercícios de respiração desenhados especialmente para cada problema ou desafio do dia a dia.


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Veja aqui os artigos científicos que embasam o método:

APPELHANS, B. M.; LUECKEN, L. J. Heart rate variability as an index of regulated emotional responding. Review of General Psychology, v. 10, n. 3, p. 229–240, 2006.

CHANG et al. Heart rate variability in patients with fully remitted major depressive disorder. Acta Neropsychiatrica, 2012.

CHOBANIAN, A. V. et al. Seventh report of the Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure. Hypertension (Dallas, Tex. : 1979), v. 42, n. 6, p. 1206–52, 21 dez. 2003.

COLUGNATI, D. B. et al. Analysis of cardiac parameters in animals with epilepsy: possible cause of sudden death? Arquivos de neuro-psiquiatria, v. 63, n. 4, p. 1035–1041, 2005.

DENNIS, P. A.; DEDERT, E. A.; VOORHEES, E. E. VAN; WATKINS, L. L.; HAYANO, J.; CALHOUN, P. S.; SHERWOOD, A.; DENNIS, M. F.; BECKHAM, J. C. Examining the Crux of Autonomic Dysfunction in Posttraumatic Stress Disorder: Whether Chronic or Situational Distress Underlies Elevated Heart Rate and Attenuated Heart Rate Variability. Psychosomatic medicine, v. 78, n. 7, p. 805–9, set. 2016.

GIANNARELLI, C. et al. Impact of Mood Disorders on Atherosclerosis: An Experimental Model of Depression/Anxiety and Atherosclerosis. Circulation, v. 128, n. A16013, 2013.

Global, regional, and national disability-adjusted life-years (DALYs) for 315 diseases and injuries and healthy life expectancy (HALE), 1990–2015: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2015. The Lancet, v388, 2016.

PATEL et al. The association of 24-hour Holter-Derived heart rate variability with incident heart failure in the cardiovascular health study. Circulation, 134:A12634, 2016.

PLAYER, M. S.; PETERSON, L. E. Anxiety Disorders, Hypertension, and Cardiovascular Risk: A Review. The International Journal of Psychiatry in Medicine, v. 41, n. 4, p. 365–377, maio 2011

REIS, M.S.; DEUS, A.P.; SIMÕES R.P.; ANICETO I.A.V.; CATAI A.M.; BORGHI-SILVA A. Controle autonômico da frequência cardíaca de pacientes com doenças cardiorrespiratórias crônicas e indivíduos saudáveis em repouso e durante a manobra de acentuação da arritmia sinusal respiratória. Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 14, n. 2, p. 106-13, mar./abr.2010

THAYER, J. F. et al. A meta-analysis of heart rate variability and neuroimaging studies: Implications for heart rate variability as a marker of stress and health. Neuroscience and Biobehavioral Reviews, v. 36, n. 2, p. 747–756, 2012.

VANDERLEI, L. C. M. et al. Noções básicas de variabilidade da frequência cardíaca e sua aplicabilidade clínica. Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery, v. 24, n. 2, p. 205–217, 2009.